Monthly Archives: Outubro 2010

Ya lo dijo Casimiro Parker

Natureza do português

Passo a passo e como os coelhos… não deixamos de ser acidentes da natureza!… No último segundo, do último minuto, da última hora,… havemos de acordar!…

Mr, Magoo De volta à escola

Cristina Branco- Sete Pedaços de Vento

Biblioteca Digital de Fernando Pessoa

Conhecer Picasso através dos seus amigos/conhecidos

Jean-Paul Crespelle, na sua obra “Picasso – as mulheres/os amigos/a obra”, interrogava-se sobre “quem era este Casanova da boémia,…? Referia-se a Picasso, de nome completo: Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso, nome demasiado curto para incluir todos os nomes da cidade onde nasceu, a saber: Málaga, mas demasiado extenso para incluir todos os nomes da rua onde nasceu!

Efectivamente nos intervalos da sua arte de auto-afirmação, digamos, entretinha-se com o pincel ou simplesmente com o lápis a riscar gravuras e litogravuras.

Não nos iremos perder nas querelas sobre o cubismo e outras questões associadas à forma como se exprimia. Não. Seria uma perda de tempo e, sinceramente desinteressante para os que possam ler este apontamento.

Aqui iremos mencionar as respostas dadas por alguns dos amigos/conhecidos que o autor Jean-Paul Crespelle encontrou para o descrever Pablo Picasso, as quais passamos a expor:

Cristian Zervos: “De estatura média, com a elegância de um corpo bem equilibrado, um pouco como que de marfim enquadrado numa barba curta e frisada – sim, porque também ele, como muitos outros jovens, usou barba -, olhos negros de um brilho sobrenatural, com um olhar de agressão sorridente, um olhar perspicaz que pousava com irresistível ardor sobre o interlocutor ou sobre as coisas, um espírito de rigor e de profunda sensibilidade…”

Baron Mollet: “Este homem não muito alto, atarracado, muito moreno, com uma fisionomia que exprimia uma vontade formidável. Mas os olhos, principalmente os olhos, tinham uma expressão fascinante, algo de duro, tornando-se extremamente doces quando sorria.”

Roland Dorgelès: “A sua boca, de lábios finos, alegrava-se às vezes; os olhos, nunca. Olhos estranhamente negros, demasiado grandes para o seu rosto, incómodos pela fixidez.”

Gertrude Stein: “Tinha a altivez desembaraçada de um toureiro à frente do desfile.”

Fernande Olivier: “Picasso, pequeno, moreno, atarracado, inquieto, inquietante, de olhos escuros, profundos, perspicazes, estranhos, quase fixos. Gestos desajeitados, mãos de mulher, mal vestido, pouco cuidado. Uma franja espessa, negra e brilhante, cruzava-lhe a testa, inteligente e teimosa. Semiboémio, semitrabalhador, os cabelos demasiado cumpridos varriam o colarinho de um casaco já velho.”

 

Será que os fantasmas da Idade Média pairam nos nossos dias?

O pintor Matthias Grunewald retratou nesta obra, cujo título é “Tentação de Santo António”, o sentimento de que “demónios insaciáveis ameaçavam os fracos e os imprudentes”. A história tem confirmado esse mesmo sentimento.

O Metropolitano, George Tooker

A assustadora vida actual, tão bem retratada nesta obra por George Tooker.

Nossa Senhora da Oliva (séc. XVII)

Imagem de Nossa Senhora da Oliva (séc. XVII) que se venera na Igreja do mesmo nome, em Tojal, Sátão (Viseu)

BILHETE POSTAL – OFERTA DA FÁBRICA OLIVA – S. JOÃO DA MADEIRA

Sintra – Inícios do séc. XX

Garde du corps – Major – Royaume de Bavière

Carabiniers – Trompeter – L’Empire français

Modern design

Outfit for the races from les modes

La conquête de l’air

Pears’ Soap

S. João da Madeira – Capela do Parque de Nossa Senhora dos Milagres

CULTURA ONLINE – Visitas virtuais 3D

Com o tempo que se aproxima recomendo a visita guiada por um conjunto de belos monumentos, representativos da cultura portuguesa sem terem de se mover da cadeira. Nos tempos que correm é na verdade um meio agradável de conhecer estes paradisíacos lugares!

 

What is this?

Mario Vargas Llosa é o Prémio Nobel da Literatura – Cultura – PUBLICO.PT

Mario Vargas Llosa é o Prémio Nobel da Literatura – Cultura – PUBLICO.PT.

Como Vejo o Mundo

“Tudo quanto o espírito inventivo do homem criou nos últimos cem anos,
poderia assegurar-nos uma vida despreocupada e feliz se o progresso em
matéria de organização tivesse caminhado a par do progresso técnico.
Mas, assim, tudo quanto se conseguiu à custa de muito esforço, lembra,
nas mãos da nossa geração, uma lâmina …de barbear na mão duma
criança de três anos. A aquisição de maravilhosos meios de produção
não nos trouxe a liberdade, mas sim a preocupação e a fome.»

Albert Einstein, “Como Vejo o Mundo”

Colorido da natureza