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Comemoração dos 150 anos do nascimento de António José de Oliveira Júnior

É tempo de relembrarmos a grande figura de São João da Madeira, neste ano em que se deve comemorar os 150 anos do nascimento de António José de Oliveira Júnior.

Estamos convictos, apesar de faltar ainda um escasso período de 2 meses (relembra-se que o Comendador António José de Oliveira Júnior, nasceu a 17 de Abril de 1864),  que todos os organismos locais estão conscientes deste momento e da importância desta grande personalidade.

Deixamos aqui alguns pontos do seu vasto curriculum que poderão servir de referência:

  • Fundou em 1914 a Empresa Industrial de Chapelaria, Limitada, mais conhecida como a Sanjo.
  • Fundou em 1925 a empresa “Oliveira, Filhos & Cº., Limitada, mais conhecida como a Oliva. Parte das antigas instalações são agora a Oliva Creative Factory.
  • Agraciado pelo Governo Português, em 1930 (acta n.º 55, de 15 de Setembro de 1930) com a Comenda de Mérito e Benemerência.
  • Foi o Primeiro Provedor da Misericórdia local (Regional n.º 20, de 10 de Novembro de 1922).
  • Foi vereador da Câmara de Oliveira de Azeméis onde defendeu a independência de São João da Madeira. (Ver pág. 228, da obra “São João da Madeira – Cidade do Trabalho).

Registo de óbito

Ás dezasseis horas do dia vinte e nove do mês de Janeiro do ano de mil novecentos trinta e cinco, numa casa da rua Oliveira Júnior, da freguesia de São João da madeira, deste concelho, faleceu de pneumonia, um individuo do sexo masculino, de nome António José de Oliveira Júnior, de setenta anos de idade, de profissão industrial, natural da Freguesia de São João da Madeira, Concelho de São João da madeira, domiciliado na rua referida, filho legitimo de António José de Oliveira, já falecido, natural da Freguesia de Pindelo, Concelho de Oliveira de Azeméis e de Teresa da Silva já falecida, natural da Freguesia de São João da Madeira, Concelho de S. João da madeira.

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Fataunços – Visita da Rainha D. Amélia

Como elemento equilibrador entre a contemporaneidade e os tempos
que já lá vão, sugiro a leitura do seguinte texto sobre Fataúnços
e de outras terras neste endereço:  
http://www.archive.org/stream/sempassarafront00pimegoog/sempassarafront00pimegoog_djvu.txt

FATAUNCOS 

De todas as notícias relativas á mlUgiatwre de sua 
magestade a rainha D. Amélia nas Caldas de S. Pe- 
dro do Sul^ uma, principalmente, me i€z impressão, 
e de certo também a faria a todas as pessoas que não 
desconhecem os costumes das povoações ruraes no 
norte do paiz. 

Reiiro-me aos pormenores da visita da rainha á 
íreguezia de Fataunços, que pertence ao conedftio de 
Vouzella, e fica a mais de trez léguas de Vizeu. 

Foi a rainha convidada a honrar com a sua pre- 
sença esta povoação, e por bem empregado daria sua 
magestade o tempo que consagrou ao passeio a essa 
aldeia, em que eu apenas posso descobrir um defeito : 
o nome. 

Fataunços nSo é, em verdade, uma denominação 
harmoniosa e poética, mas sobram á terra predicados 
que descontem a dissonância do nome. 

É ameno o sitio, ubérrima a terra, saudável e 

328 

apradvely rica de agoa e de sombra como todas as 
do yalle de LafSes. A opulência dos pastos enverdece 
copiosamente a vastidão dos prados, onde se criam 
vitellas qae passam por ser as mais saborosas de Por- 
tugal. 

Além do pittoresco da região, condecora-se Fa- 
taunços com algumas relíquias archeologicas, taes co- 
mo a Torre doa mouros, solar da familia Lemos. O 
progresso levou á povoação o seu influxo civilisador 
com a creação de uma escola e bibliothecai que em 
1870 foram fundadas por um filho de Fataunços esta- 
belecido como typographo no Porto. 

Chama va-se esse benemérito cidadão José Louren- 
ço de Souza ^ e justo é recordar o seu nome com a 
louvor que merece. 

A rainha, espirito educado no gosto e cultura das 
bellas-artes, apreciaria certamente a formosura da 
paizagem, e o pittoresco das ruinas da torjre mouris- 
ca. Boa e carinhosa para com as creanças, folgaria 
de encontrar ali uma escola construída segundo os 
preceitos da pedagogia e da hygiene, enriquecida de 
mais a mais pela adjuncção de uma bibliotheca. 

Mas quero crer que a recepção que sua magestade 
teve em Fataunços será, no espirito da rainha, uma 
recordação indelevelmente saudosa. 

1 

Tinha as suas officinas typographicas na rua do 
Bomjardim, d'aquella cidade. Foi edUor de muitas publica- 
ções, taes como Almanach Píwíwen«e, Archivo jwridico, 
etc. 

327 

Sstá sna magestade habituada, desde que entrou 
em Portugal e soube conquistar as sympathías dos co- 
raç3es portuguezes, a ser recebida por toda a parte 
com enthusiasticas manifestações de carinho e respei- 
to. ComtudOy nenhuma festa organisada em honra de 
sua magestade poz ainda mais a descoberto a sinceri- 
dade^da alma portugaeza na sua fé ingénua e espon- 
tânea^ que ainda se conserva na vida simples e labo- 
riosa da província, mas que totalmente se tem perdido 
nos grandes centros de população do nosso paiz. 

O Commercio do Porto, descrevendo as festas rea- 
lizadas em Fataunços, dá um pormenor, que, por ex- 
traordinário, não deve passar despercebido. 

. «A entrada da localidade havia um arco ornado 
de lenços de seda e fios de contas de ouro. Grrupos de 
camponezas cantavam canç5es populares.]» 

Foi justamente este pormenor, apparentemente 
vulgar, que chamou e demorou a minha attençâo, 
tanto mais que eu sou um dos raros portuguezes que 
ainda não foram a Pariz, mas que menos mal conhe- 
cem as provineias de Portugal. 

Desculpe- se-me esta vaidade á conta de amor pela 
terra em que nasci. 

Deante doesse arco ornado de lenços de seda e de 
contas de oiro eu descubro a cabeça e curvo-me res- 
peitoso, porque elle é, na sua mais profunda significa- 
çaO| a maior homenagem que a camponeza do norte 
do paiz pode prestar a uma princeza querida e ama- 
da por o povo. 

Não se diga por espirito politico, que inteiramente 

L^ai 

328 

affasto d'e8ta ligeira chronica e qae nXo é manjar que 
me tente o apetite, que Fataunços jaz ainda n'uma 
ignoraneia crassai comparável á que o arcebispo Dom 
Frei Bartholomeu dos Martyres foi surprehender na» 
alturas de Barrozo. 

Como sabemos, ha vinte e cinco annos que em Fa- 
tannços fnncoionam uma escola e uma biblictheca, e 
um quarto de século de instracçSLo alguma luz deve 
ter lançado no espirito d'aquelle povo, dócil e bom^ 
portanto disposto a deixar-se conduzir, se não para a 
bibliotheca, ao menos para a escola. 

O que ali ha nSo é por certo a ignorância primi- 
tiva, mas a primitiva candura, mas a fé immaculada,. 
a sinceridade espontânea da alma portugueza. 

As camponezas de Fataunços, encantadas com a 
rainha que tinham ido vêr a S. Pedro do Sul, quíze- 
ram expressar-lhe toda a estima, todo o enthusiasmo 
carinhoso que sua magestade lograra inspirar-lhes, e 
para traduzir quanto sentiam não acharam melhor 
meio do que arreiar com as suas mais ricas alfaias, 
cem. todo o seu oirOy o arco por baixo do qual a rainha 
devia entrar na povoação. 

Os lenços de seda e as contas de oiro, dispostos em 
bambolins certamente graciosos, representam toda a 
historia da vida aldeã: os proventos colhidos no duro 
trabalho dos campos, ao sol, ao frio, lavrando a terra, 
ceifando a messe, esfolhando o milho, padejando o tri- 
go, malhando o centeio, pastoreando o gado, fomejan- 
do o pão, embarrelando o bragal, tecendo o linho, en- 
xadando a gleba. 

329 

Todo o poema do trabalho aldeSo^ toda a cbronica- 
da cansada vida rural pendia em estrophes d'aquell&^ 
arco de triumpho; escriptas na seda dos lenços e no oiro^ 
das contas. 

Era como se as mulheres de Fataanços quizessem 
disser á rainha : «Toda a nossa existência, com todos os* 
nossos thesouros conquistados á força de trabalho, per- 
tencem a vossa magestade. Vêde-os aqui^ para que os 
honreis contemplando-os.» . 

Nenhum arco de triumpho escuipturado em mar* 
more valeu ainda a significação d'aquelle arco. 

 camponeza do norte do paiz é ciosa, avara das 
suas galas, especialmente do seu oiro. Mata-se para 
conquistal-as, e procura conserval-as como á própria 
existência. Não se desfaria d'ellas para comprar um 
palácio, por mais barato que lh'o quizessem vender ;, 
mas da melhor vontade as emprestou para vestir fes- 
tivamente com os seus lenços e com os seus collares o 
arco por onde a rainha devia passar. 

Chega a ser encantadora esta sincera homenagem. 

E ao mesmo tempo demonstra a honestidade dos- 
costumes campestres do norte do paiz — a ausência 
completa de gatunos, que pudessem pôr em risco a se- 
gurança dos cordSes de oiro das camponezas. 

Não faltou uma só conta, pela simples razão de não 
appareoer gatuno algum. E não appareceu, pela razão- 
ainda mais simples de os não haver em Fataunços. 

Ali vive-se trabalhando, lidando na industria pri- 
mitiva da humanidade : a agricultura. Â terra é a 
grande officina explorada por toda aquella população^ 

830 

rústica. E as alfaias, as jóias que ali estavam expos- 
tas eram sagradas, porque representavam os tropheus 
do trabalho, os despojos opimos da eterna batalha feri- 
da contra a terra subjugada. 

Em Lisboa, n'esta occasião em que se preparam 
as festas antoninas, os arcos da rua do Oiro — que 
tanto ^oiro poderia exhibir — sSo de ferro. Os cestos 
<5om que estão gaveados os mastros da rua dos Ke- 
trozeiros sSto de palha. . . apenas doirada. A bisarma 
monstruosa das escadas de Santa Justa é uma coisa 
que não valeria a pena roubar, e ainda menos cons- 
truir. Nâo ha, cautelosamente, nada de bom e valioso 
que os gatunos possam roubar, porque, se houvesse, 
nem Santo António lhe valeria. 

Em Fataunços o arco era de oiro^ e nâo faltou 
uma só conta quando a festa acabou! 

Ó Fataunços ! ó ditosa e honrada terra, onde o 
Sacarrâo é um mytho extranho, de que se ouve fallar 
com terror pela ideia associada da rapinagem alfaci- 
nha, de que esse grande cabo de guerra policial tem 
sido, por tanto tempo, o perseguidor heróico ! 

A rainha pode dizer que viu em Vouzella um re- 
talho do paraíso terreal, sem a serpente bíblica, que 
tentasse os camponezes a colherem o pomo de oiro 
prohibido, e pode ainda dizer mais que viu e ouviu o 
coraçSo portuguez palpitar no peito de uma população 
ainda não degenerescida moralmente pelas ruins paixões 
de que enfermam as cidades policiadas. 

As mulheres de Fataunços,» em vez de estarem 
inquietas pelos seus lenços e pelos seus cordões, can- 

331 

tavam tranquillas, em honra da rainha, as cançSes 
populares da sua terra. 

Sentiam-se felizes por terem enfeitado esse arco de 
triumpbo com toda a riqueza das suas arcas. 

E nenhum gatuno-Mephistopheles sorria velhaca- 
mente por de traz das arvores, espreitando a occasiâo 
de arrancar dois lenços de seda e dois cordões de oiro. 

Manifestamente, a rainha comprehendeu a extra- 
nha originalidade de tudo o que tinha presenceado 
em Fataunços. Partiu d'ali encantada e commovida. 

O Commercio do Porto concluo a sua narração 
dizendo : 

«cEm Fataunços tocou a philarmonica d'aqui, e na 
despedida sua magestade a rainha, 'Vivamente impres- 
sionada, dizia não esquecer aquella localidade, onde 
prometteu voltar, e emquanto avistou Fataunços ace- 
nava da carruagem com o lenço.» 

O lenço da rainha, despedindo- se dos lenços que 
ficavam pendentes do arco, dizia certamente no silen- 
cio eloquente de uma separação saudosa : «Nunca tinha 
visto isto, e nunca mais o poderei esquecer.» 

Junho de 1895.

Conimbriga, Ciudad Romana 3d / Virtual Roman City of Conimbriga

Garde du corps – Major – Royaume de Bavière

Carabiniers – Trompeter – L’Empire français

Lugares de Portugal: Armazem de Novidades JOÃO CARDOZO, 64, Rua do Carmo, Lisboa

Lugares de Portugal – Parque de La-Salette – Oliveira de Azemeis (1911)

Instituto Camões – Biblioteca Digital

O Instituto Camões disponibiliza um conjunto de obras, sobre os mais diversos temas, em formato digital. Clique sobre a seguinte figura para aceder à Biblioteca Digital Camões!

Deixamos aqui a nota introdutória constante no sitio do Instituto Camões.

Seja bem-vindo/a à Biblioteca Digital Camões!

A disponibilização de um conjunto de textos e documentos de grande relevância cultural e linguística insere-se na missão do Instituto Camões: A promoção da língua e cultura portuguesas, de que se vem ocupando desde 1929.

A Biblioteca Digital Camões pretende fazer chegar o Português a um universo cada vez mais amplo de falantes e estudantes do Português. Nos próximos meses receberá novos e diversificados parceiros, que a enriquecerão com as suas contribuições e cooperação na preparação do Instituto Camões para o Séc. XXI.

Programma da Maria da Roda

Fica aqui o “Programma da Maria da Roda”, ilustrado, como era apanágio de “O Petardo”. programa esse tão conciso e tão perene que não cansa e tem a virtualidade de esclarecer mesmo os que “vivem à moderna”.

Para uma melhor leitura da imagem e do texto nele contido sugere-se que ampliem a imagem, bastando para isso clicar na mesma.

O Petardo

 

O Petardo, jornal quinzenal mais ilustrado do início do século XX, mais propriamente em 1902, tinha como Director o Padre Benevenuto de Souza e como Editor Responsável António Pacheco, com endereço na Praça da Batalha, 115 -PORTO. 

Caldas da Rainha – Praça Maria Pia

Uniformes Militares Portugueses

Colecção de aguarelas do Coronel Ribeiro Arthur
in Arquivo Histórico – Militar
FURRIEL DO BATALHÃO NAVAL (PEQUENO UNIFORME) – 1852
Edição do “Jornal do Exército” – 1984

Uniformes Militares Portugueses

Colecção de aguarelas do Coronel Ribeiro Arthur
in Arquivo Histórico – Militar
MÚSICO DO BATALHÃO NAVAL (GRANDE UNIFORME) – 1852
Edição do “Jornal do Exército” – 1984

Uniformes Militares Portugueses

Colecção de aguarelas do Coronel Ribeiro Arthur
in Arquivo Histórico – Militar
TAMBOR-MOR DO BATALHÃO NAVAL – 1852
Edição do “Jornal do Exército” – 1984

Uniformes Militares Portugueses

Colecção de aguarelas do Coronel Ribeiro Arthur
in Arquivo Histórico – Militar
OFICIAL DO CORPO DO ESTADO MAIOR (UNIFORME DE INVERNO) – 1852
Edição do “Jornal do Exército” – 1984

Uniformes Militares Portugueses

Colecção de aguarelas do Coronel Ribeiro Arthur
in Arquivo Histórico – Militar
ALUNO DO REAL COLÉGIO MILITAR- 1852
Edição do “Jornal do Exército” – 1984

Uniformes Militares Portugueses

Colecção de aguarelas do Coronel Ribeiro Arthur
in Arquivo Histórico – Militar
SOLDADO DE INFANTARIA (UNIFORME DE POLÍCIA) – 1852
Edição do “Jornal do Exército” – 1984

Uniformes Militares Portugueses

Colecção de aguarelas do Coronel Ribeiro Arthur
in Arquivo Histórico – Militar
FACULTATIVO VETERINÁRIO (UNIFORME DE POLÍCIA) – 1852
Edição do “Jornal do Exército” – 1984

Uniformes Militares Portugueses

Colecção de aguarelas do Coronel Ribeiro Arthur
in Arquivo Histórico – Militar
SARGENTO DE ARTILHARIA (PRAÇA MONTADA) – 1852
Edição do “Jornal do Exército” – 1984

Uniformes Militares Portugueses

Colecção de aguarelas do Coronel Ribeiro Arthur
in Arquivo Histórico – Militar
SOLDADO DO BATALHÃO DE ENGENHEIROS – 1852
Edição do “Jornal do Exército” – 1984

Uniformes Militares Portugueses

Colecção de aguarelas do Coronel Ribeiro Arthur
in Arquivo Histórico – Militar
SOLDADO DO REGIMENTO DE CAVALARIA DA PRAÇA DE OLIVENÇA – 1762
Edição do “Jornal do Exército” – 1984

Pedras Salgadas… Fragmentos para a sua história

93 – ANTIGA E EM GERAL

Dictionary of Feudal Terms
eserver.org/langs/feudal-dictionary.txt

Pimbley’s Dictionarri of Heraldry
digiserve.com/heraldry/pimbley.htm

Historical Glossary
http://www.history.org/Almanack/resources/glossary/hgloshdr.cfm

Glossário da Terminologia “Lithics”
members.aol.com/artgumbus/glossary.html

World Flag Database
http://www.flags.ndirect.co.uk

Bandeiras dos Países
http://www.geographic.org/flags

Bandeiras do Mundo
flagspot.net/flags

History Departments around the World
chnm.gmu.edu/assets/historydepts/departments.php

History On-Line
http://www.history.ac.uk/ihr/Resources/search/index.php

Best of History Web Sites
http://www.besthistorysites.net/index.shtml

Vocabulário Heráldico
soria-goig.com/heraldica/vocabulario.htm

World History HyperHistory
http://www.hyperhistory.com/online_n2/History_n2/a.html

History Channel
http://www.historychannel.com

Documentos de História Diplomática
http://www.mtholyoke.edu/acad/intrel/irhistry.htm

Textos sobre a História das Mulheres
womenshistory.about.com/library/weekly/aa020199.htm

História Mundial: Atítudes e Eventos, desde os Primórdios da Humanidade até ao Séc. XX
http://www.fsmitha.com

História do Sapato
http://www.shoeinfonet.com/shoeis/sh_mem.htm

International Marine Signal Flags
http://www.anbg.gov.au/flags/signal-flags.html

International Civi Arms
http://www.ngw.nl/

Royal Genealogies
ftp.cac.psu.edu/%7esaw/royal/royalgen.html

World History
http://www.hyperhistory.com

The History Place
http://www.historyplace.com

94 – História da Europa

Labyrinth: Recursos para o Estudo da Época Medieval
http://www.georgetown.edu/labyrinth/labyrinth-home.html

Todo sobre las Cruzadas
http://www.bnf.fr/enluminures/themes/t_1_02/a102_006.htm

A Revolução Francesa
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World War I Library
http://www.worldwar1.com/reflib.htm

Spartacus Internet Encyclopedia of the First World War
http://www.spartacus.schoolnet.co.uk/FWW.htm

A Primeira Grande Guerra
http://www.geocities.com/Paris/Opera/2226

Primeira Guerra Mundial
http://www.lib.byu.edu/%7erdh/wwi

Ordens Militares
members.tripod.es/ESCUDOS/ordenesmilit.htm

Holocaust Glossary
fcit.coedu.usf.edu/holocaust/resource/glossary.htm

Ordens Militares
members.tripod.es/bienvenido/frailes/Utilizados/ordenes.htm

Propaganda Nazi e do Leste Alemão
http://www.calvin.edu/academic/cas/gpa

Guerra Civil Española: 1936-1939
http://www.fut.es/%7emsanroma/GUERRACIVIL/guerracivil.html

Spartacus Internet Encyclopedia of British History, 1700-1950
http://www.spartacus.schoolnet.co.uk/Britain.html

O Período do Rei Charles V: 1000 iluminuras do departamento de manuscritos
http://www.bnf.fr/enluminures/aaccncil.shtm

History World History European – Subject Guides – Enoch Pratt Free Library, Baltimore, MD
http://www.epfl.net/subjects/subjectguide.cfm?cid=305&sid=16&pid=300

94 – Ásia. África. Américas. Oceânia

ÁSIA

A Índia Livre
http://www.freeindia.org/dynamic

Chinese History, Map and Chronology
http://www.chinapage.com/history1.html

History World History Asian – Subject Guides – Enoch Pratt Free Library, Baltimore, MD
http://www.epfl.net/subjects/subjectguide.cfm?cid=302&sid=16&pid=300

ÁFRICA

African History
http://www.tntech.edu/history/african.html

AMÉRICA DO NORTE

Memória Americana: Documentos Históricos para a Biblioteca Digital Nacional
memory.loc.gov/ammem/amhome.html

Bandeiras dos Povos Nativos dos Estados Unidos
users.aol.com/donh523/navapage/indexdbs.htm

Livros sobre o Nascer da América
http://www.hti.umich.edu

AMÉRICA DO SUL

Dictionnaire des Incas et des Civilisations du Pérou Ancien
perso.club-internet.fr/dduguay/dico_incas.htm

OCEÂNIA. REGIÕES ÁRCTICAS E ANTÁRCTICAS

History World History Australasian & Pacific – Subject Guides – Enoch Pratt Free Library, Baltimore, MD
http://www.epfl.net/subjects/subjectguide.cfm?cid=303&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;sid=16&pid=300