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OS PADRES NA GENEALOGIA DA FAMÍLIA Padre António de Bastos

Na continuação do estudo sobre “O Padre António de Bastos e os Chapiscas”, iremos desenvolver a descendência de Isabel de Almeida, irmã de Manuel José de Bastos, filhos de Catarina de Bastos e de Manuel de Almeida.

7. Isabel de Almeida, nasceu a 10 de Maio de 1737, no lugar de Areias, São Pedro de Castelões, concelho de Vale de Cambra, Portugal. Casou a 28 de Maio de 1757, com João José. Faleceu a 18 de Dezembro de 1803, aos 66 anos de idade. Tiveram:

8. José de Almeida, nasceu a 31 de Maio de 1757. Casou com Ana de Bastos;
8. António José de Almeida, nasceu a 21 de Dezembro de 1759. Casou a 7 de Fevereiro de 1780, com Maria Henriques, filha de Manuel de Azevedo e de Francisca Henriques;
8. Maria de Almeida, nasceu a 19 de Dezembro de 1762. Casou com Alexandre de Oliveira;
8. Ana de Almeida, nasceu a 15 de Novembro de 1765;
8. João José de Almeida, nasceu a 16 de Março de 1772. Casou com Joana de Bastos, filha de António de Bastos e de Sebastiana Coutinho.
8. Luís José de Almeida, nasceu a 3 de Janeiro de 1775;
8. Florinda, que segue;
8. Francisco José de Almeida, nasceu a 16 de Dezembro de 1781. Casou com Maria Rosa;
8. Manuel José de Almeida;

8. Florinda, nasceu a 6 de Janeiro de 1778 e viria a falecer a 10 de Agosto de 1849, aos 71 anos. Teve os seguintes filhos:

9. Maria de Almeida, nasceu a 24 de Dezembro de 1800, filha de Antónia da Silva, solteiro;
9. José de Bastos, nasceu a 22 de Fevereiro de 1806, de pai não registado;
9. Francisco de Bastos, nasceu a 6 de Setembro de 1808, de pai não registado;
9. Manuel de Bastos, que segue:

9. Manuel de Bastos, nasceu a 2 de Setembro de 1815, de pai não registado. Casou a 6 de Novembro de 1814, na freguesia de Santa Maria de Arrifana, com Guiomar Luísa de Pinho, nascida a 6 de Novembro de 1814, no lugar do Outeiro de Cima, da dita freguesia, filha de Francisco Gomes de Pinho, natural do lugar de Santo Estevão, freguesia de Arrifana, e de Rosa Margarida, do dito lugar do Outeiro, neta, pela parte paterna, de António Gomes de Pinho, natural do lugar do Tapado, freguesia de São João da Madeira, e de Maria Francisca, natural do lugar de Casaldelo, freguesia de São João da Madeira, e, pela parte materna, é neta de Teotónio José de Azevedo, natural do lugar da Rua, freguesia de Arrifana, e de Rosa Maria Correia, natural do lugar do Outeiro de Cima, da freguesia de Arrifana. Tiveram:

10. Maria Luísa de Pinho, nasceu a 12 de Outubro de 1839;
10. Rita Margarida, nasceu a 18 de Janeiro de 1842. Casou com João Ferreira, natural de São João da Madeira, filho de António Ferreira Tamanqueiro;
10. João Gomes de Bastos, que segue:
10. António de Bastos, nasceu a 21 de Novembro de 1846;
10. Ana Luísa, nasceu a 3 de Março de 1849;
10. Margarida Bastos, nasceu a 1 de Janeiro de 1852;
10. Emília Bastos, nasceu a 27 de Maio de 1855;
10. Maria Bastos, nasceu a 1 de Janeiro de 1857;

10. João Gomes de Bastos, nasceu a 29 de Abril de 1844, no lugar do Outeiro de Cima, freguesia de Arrifana. Casou primeira vez, a 12 de Agosto de 1869, com Maria Rosa da Silva, filha de Francisco Gomes de Pinho e de Teresa Maria da Silva, naturais de São João da Madeira. Após a morte de Maria Rosa da Silva, a 6 de Outubro de 1879, com a idade de 33 anos, sem descendência, José Gomes de Bastos casa, segunda vez, a 6 de Maio de 1880, com Vitória Maria de Jesus, nascida a 1 de Junho de 1855, filha de José de Almeida e de Ana Maria, naturais ele de Macieira de Sarnes e ela de São João da Madeira, e neta, pela parte paterna, de António de Almeida, natural de Vila Chã, e de Maria Joaquina, natural de Macieira de Sarnes, e neta, pela parte materna, de António José Valente e de Joana Rosa, naturais de São João da Madeira. Tiveram:

11. Manuel Gomes de Bastos, nasceu a 17 de Maio de 1881;
11. António Gomes de Bastos, nasceu a 10 de Setembro de 1882;
11. José Gomes de Bastos, nasceu a 1 de Novembro de 1883. Casou com Margarida Valente da Silva, filha de António José Valente da Silva e de Joaquina Maria Valente;
11. José Gomes de Bastos, nasceu a 1 de Abril de 1885;
11. Albino Gomes de Bastos, nasceu a 26 de Outubro de 1885;
11. Maria de Jesus, nasceu a 25 de Abril de 1887. Casou com Manuel Pais Vieira Araújo;
11. Alfredo Gomes de Bastos, nasceu a 12 de Janeiro de 1889;
11. Artur Gomes de Bastos, nasceu a 30 de Maio de 1893;
11. Júlia Maria de Jesus, nasceu a 11 de Maio de 1895. Casou com Manuel Vaz Martins

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OS PADRES NA GENEALOGIA DA FAMÍLIA

O PADRE ANTÓNIO DE BASTOS E “OS CHAPISCAS”

1. Domingos de Bastos, natural do lugar de Mosteiro, freguesia de São Pedro de Castelões, concelho de Vale de Cambra, Portugal, nasceu aproximadamente em 1590, e viria a casar com Apolónia de Bastos, a qual faleceu a 3 de Abril de 1650. Tiveram os seguintes filhos:

2. Maria de Bastos, nasceu a 21 de Março de 1606;
2. António de Bastos, que segue.

2. António de Bastos, natural de São Pedro de Castelões, concelho de Vale de Cambra, Portugal. Casou em 27 de Abril de 1633, com Domingas Fernandes. Faleceu a 12 de Novembro de 1651. Tiveram:

3. Padre António Bastos, que segue.
3. Miguel de Bastos, nasceu a 29 de Setembro de 1637

3. Padre António de Bastos, natural de São Pedro de Castelões, concelho de Vale de Cambra, Portugal, nasceu a 27 de Fevereiro de 1634. Em data a determinar, António teve um momento romanesco com a Maria Mateus, a qual nasceu a 25 de Agosto de 1626, natural do lugar de Folgorosa, São Pedro de Castelões, concelho de Vale de Cambra, Portugal, filha de Mateus Tomé e de Isabel Mateus, neta paterna de Gaspar Tomé e de Águeda João, e materna de Mateus Duarte e de Maria Gonçalves, todos naturais de São Pedro de Castelões, concelho de Vale de Cambra, Portugal. Deste momento romanesco, nasceu:

4. Joana de Bastos.

4. Joana de Bastos, casou a 6 de Fevereiro de 1676, com Manuel de Azevedo, o qual nasceu a 11 de Janeiro de 1651, filho de Manuel de Morim e de Maria Gonçalves, neta paterna de Jorge Gonçalves e de Maria de Azevedo, e neto pela parte materna de Manuel Gonçalves e de Catarina Jorge. Tiveram:

5. Manuel de Bastos.

5. Manuel de Bastos, nasceu a 8 de Janeiro de 1679, no lugar de Folgorosa, São Pedro de Castelões, concelho de Vale de Cambra, Portugal. Casou a 16 de Dezembro de 1704, com Catarina Ferreira, a qual nasceu a 17 de Abril de 1679, natural de São Pedro de Castelões, concelho de Vale de Cambra, Portugal, filha de Pascoal Ferreira e de Francisca Brandão, neta pela parte paterna de António Jorge e de Isabel Fernandes, e pela parte materna de Agostinho Tomé e de Joana Brandão, e bisneta, pela parte paterna, de Domingos João e de Ana Jorge, e Gonçalo Fernandes, filho de Domingos Fernandes e de Brites Gonçalves, e de Francisca Fernandes, filha de Simão Alves e de Maria João, e bisneta, pela parte materna, de Santos Tomé e de Isabel Henriques, e de João Brandão, filho de Cristóvão Gonçalves e de Maria Brandão, e de Isabel João, filha de João Gonçalves e de Isabel Fernandes. Tiveram os seguintes filhos:

6. Maria de Bastos, nasceu a 28 de Setembro de 1708.
6. Mateus de Bastos, nasceu a 10 de Março de 1712.
6. Catarina de Bastos, que segue.
6. Mónica de Bastos, nasceu a 11 de Janeiro de 1717

6. Catarina de Bastos, nasceu a 29 de Março de 1715 e faleceu com 72 anos, a 4 de Novembro de 1787. Casou, a 18 de Maio de 1733, com Manuel de Almeida, o qual nasceu a 9 de Maio de 1675, no lugar de Areias, freguesia de São Pedro de Castelões, concelho de Vale de Cambra, Portugal, filho de António Tavares e de Maria Vaz, neto, pela parte paterna, de António Fernandes, filho de Mateus Jorge e de Genebra João, e de Catarina Tavares, filha de Sebastião Dias e de Maria Tavares, e, pela parte materna, neto de João de Almeida Cabral, filho de Baltasar Marinho e de Joana de Almeida, e de Úrsula dos Santos, filha de Domingos Gonçalves e de Maria Vaz. Manuel de Almeida é sobrinho de Manuel de Almeida Cabral, Doutor em Cânones, Reservatário de Salvador de Dornelas, Familiar do Santo Ofício, e de Matias de Almeida Cabral, também Familiar do Santo Ofício. Tiveram os seguintes dois filhos de que se tem conhecimento:

7. Manuel José de Bastos, nasceu a 7 de Abril de 1734, no lugar de Areias, São Pedro de Castelões, concelho de Vale de Cambra, Portugal. Casou com Mariana Teresa Gomes, natural de Cucujães, filha de Manuel da Costa e de Joana da Costa. Tiveram:

8. João José de Almeida Bastos, casou, a 26 de Maio de 1804, com Margarida Miquelina, a qual nasceu a 11 de Novembro de 1775, filha de António Moreira da Silva e de Maria Alves Moreira, na Sé da Cidade do Porto. Tiveram:

9. António Bastos, nasceu a 15 de Outubro de 1805, na freguesia da Sé, Porto.
9. Ana Emília, que segue.

7. Isabel de Almeida, nasceu a 10 de Maio de 1737, no lugar de Areias, São Pedro de Castelões, concelho de Vale de Cambra, Portugal. A desenvolver num outro ponto.

9. Ana Emília, nasceu a 15 de Julho de 1808, na freguesia da Sé, Porto e viria as casar com Manuel Marques, nascido a 26 de Abril de 1795, filho de Dionísio Marques e de Quitéria Gomes, neto, pela parte paterna, de António Marques e de Mariana Luís, naturais do lugar de Casaldelo, São João da Madeira, e, pela parte materna, de Gabriel Gomes da Silva e de Joana Francisca, naturais de Cucujães. Tiveram:

10. Maria Carolina, nasceu a 14 de Junho de 1837.
10. Maria Emília da Conceição, que segue.
10. Manuel Marques, nasceu a 6 de Janeiro de 1841.

10. Maria Emília da Conceição, nasceu a 18 de Abril de 1839, no lugar de Vila Nova, freguesia de Cucujães. Casou a 15 de Junho de 1865, com Manuel José Luís, o qual nasceu a 28 de Maio de 1843, no lugar de Vila Nova, freguesia de Cucujães, filho de Bento José Luís e de Agostinha Rosa, naturais de Vila Nova, freguesia de Cucujães, neto pela parte paterna de Manuel Luís e de Josefa da Silva, naturais no lugar do Fojo, freguesia de Cucujães, e, pela parte materna, de Maria Oliveira. Tiveram:

11. António José Luís, nasceu a 7 de Outubro de 1865;
11. Domingos José Luís, nasceu a 10 de Setembro de 1867;
11. Manuel José Luís, nasceu a 14 de Outubro de 1869;
11. Alexandre José Luís, que segue.

11. Alexandre José Luís, nasceu a 22 de Novembro de 1871, no lugar de São Martinho, freguesia de Cucujães, concelho de Oliveira de Azeméis. Casou a 1 de Janeiro de 1892, com Deolinda Augusta, a qual nasceu a 3 de Dezembro de 1874, no lugar de Casal Novo, Cucujães, filha de José Filipe, natural do lugar de Muelos, Cavernães, Viseu, e de Ana Maria, do lugar de Casal Novo, Cucujães, neto, pela parte paterna de Filipe de Loureiro, e de Josefa Pinheiro, e neto, pela parte materna, de Domingos Ferreira e Margarida Maria de Jesus. Tiveram:

12. Maria Augusta das Dores, nasceu a 27 de Setembro de 1893;
12. Aurora Augusta das Dores, nasceu a 23 de Setembro de 1895;
12. Conceição Augusta das Dores, nasceu a 8 de Dezembro de 1898, no lugar de Casaldelo, freguesia de São João da Madeira. Casou a 11 de Janeiro de 1930, com José da Costa, “chapisca”, nascido a 8 de Dezembro de 1898, no lugar de Casaldelo, freguesia de São João da Madeira, filho de Manuel da Costa Júnior e de Joaquina Maria de Jesus, naturais e moradores no lugar de Casaldelo, freguesia de São João da Madeira, neto, pela parte paterna de, Manuel da Costa, natural de Cavernães, Viseu, e de Joaquina Margarida, natural do lugar de Casaldelo, freguesia de São João da Madeira, e neto, pela parte materna, de Manuel Ferreira de Azevedo, natural do lugar das Fontainhas, freguesia de São João da Madeira, e de Maria Joaquina de Jesus, natural do lugar de Casaldelo, freguesia de São João da Madeira.
12. Preciosa Augusta das Dores, nasceu a 15 de Novembro de 1900, no lugar de Casaldelo, freguesia de São João da Madeira. Casou a 9 de Dezembro de 1922, com o cunhado Serafim da Costa, outro “chapisca”, nascido a 14 de Janeiro de 1899.

Os Padres na Genealogia da Família – Reverendo Padre Francisco Valente

Antes de ser Valente já o era

1. Brígida Valente, nasceu por volta de 1580, em Válega, e viria a casar com Valentim Fernandes. Tiveram os seguintes filhos, de que tenho conhecimento:

2. António Fernandes
2. Maria Valente

2. Maria Valente, que casou com Domingos Jorge, da Casa do Campo Longo, teve:

3. Brígida Valente, nasceu em 1630.
3. Amaro Valente, nasceu em 1632.
3. Maria Valente, nasceu em 1633.
3. Filipa Valente, nasceu em 1636.
3. Amaro Valente, nasceu em 1638, casou com Isabel da Costa, e teve Manuel Valente, que nasceu em 1667.
3. Filipe Valente, nasceu em 1639, que casou com Paulina de Oliveira.
3. Reverendo Padre Francisco Valente, nasceu em 1641, que segue.
3. Domingos Valente, nasceu em 1642, casou com Maria de Pinho.
3. Brígida Valente, nasceu em 1644.
3. Manuel Valente, nasceu em 1645.
3. Cristovão Valente, nasceu em 1647, que casou com Jerónima de Pinho.
3. Isabel Valente, nasceu em 1648.

3. Reverendo Padre Francisco Valente, nasceu a 11 de fevereiro de 1641, tendo sido seus padrinhos o Padre Gonçalo Caceres e Domingas Francisca, mulher de João Henriques. Morreu com 45 anos, a 28 de Janeiro de 1687, tendo deixado como herdeira a sua mãe Maria Valente. Foi padre em Cesar. Teve um relacionamento amoroso com Joana da Cruz, do qual teve

4. Teresa Valente

4. Teresa Valente, de quem não descortinei a data de nascimento, casou com João Carvalho a 22 de Maio de 1710, filho de Pascoal João e de Francisca Jorge. Faleceu a 8 de Janeiro de 1733. Teve

5. Perpétua Valente, nasceu em 1711.

5. Perpétua Valente, nasceu a 4 de Junho de 1711. Casou com Francisco Correia, filho de António Francisco e de Maria Correia, a 5 de Junho de 1728. À data do casamento ela tinha 17 anos de idade e ele 21 anos. Faleceu a 20 de Março de 1788. Teve os seguintes filhos:

6. João Correia, nasceu em 1732.
6. Domingos Francisco Correia, nasceu em 1733.
6. José Correia, nasceu em 1735.
6. Maria Valente, nasceu em 1738.
6. Urbano José Correia, nasceu em 1742.
6. António Francisco Correia de Carvalho.

6. Domingos Francisco Correia, nasceu em 1733. Casou com Antónia Francisca da Silva. Teve:

7. Manuel Francisco.
7. Francisco, nasceu em 1758.
7. José Francisco Correia da Silva, nasceu em 1762. Casou com Maria Francisca da Silva.
7. Joaquim Correia, nasceu em 1764.
7. Maria Correia, nasceu em 1766.
7. Joaquim Correia, nasceu em 1769.
7. Domingos Francisco, casou com Maria Josefa.

6. Urbano José Correia, nasceu em 1742. Casou com Maria Francisca, em 1777, e teve:

7. Manuel Francisco Correia, nasceu em 1776. Casou com Joaquina Maria da Ascensão.
7. João Correia, nasceu em 1785.
7. Salvador Correia, nasceu em 1789.
7. Maria Correia, nasceu em 1794.

6. António Francisco Correia de Carvalho, casou com Maria Francisca da Silva, em 1773, e teve:

7. Francisca da Silva, nasceu em 1783.

7. Manuel Francisco, casou com Maria Josefa, em 1784, e teve:

8. Maria Francisco, nasceu em 1785.
8. Joaquina Rosa nasceu em 1791.

8. Joaquina Rosa, nasceu em 1791, Casou com José Gomes da Silva, e teve:

9. Luís Gomes da Silva, nasceu em 1814.
9. José Gomes da Silva, nasceu em 1816.
9. Manuel Gomes da Silva, nasceu em 1819.
9. António Gomes da Silva, nasceu em 1822.
9. Maria Joaquina, nasceu em 1823.
9. António Gomes da Silva, nasceu em 1825.
9. Maria Joaquina, nasceu em 1828.
9. Manuel Gomes da Silva, nasceu em 1831.

9. Luís Gomes da Silva, nasceu em 1814. Casou com Joaquina Maria de Jesus, e teve:

10. Francisco Gomes da Silva.
10. José Gomes da Silva, nasceu em 1837.
10. António Gomes da Silva.
10. Manuel Gomes da Silva, nasceu em 1843.
10. Maria .Joaquina, nasceu em 1845. Casou com Francisco Ferreira de Pinho.
10. João Gomes da Silva, nasceu em 1847.
10. Manuel Gomes da Silva, nasceu em 1850.
10. Joaquina Maria Valente, nasceu em 1875.
10. Carolina, nasceu em 1857.

10. Joaquina Maria Valente, casou com António José Valente da Silva, e teve:

11. Carolina Valente, casou com Fernando António Moutinho.
11. Maria Valente da Silva, casou com Francisco Luís da Silva.
11. João Valente da Silva.
11. Margarida Valente da Silva, casou com José Gomes de Bastos.
11. José Valente da Silva.
11. Benjamim Valente da Silva, casou com Palmira de Oliveira Valente.
11. Josefina Valente da Silva, casou com Manuel Rodrigues da Silva.
11. Francisco Valente da Silva.

Os Padres na Genealogia da Família – Baltasar Pereira de Pina

1. Pedro Pereira, nasceu no lugar de Paços, freguesia de São Martinho de Fajões, concelho de Santa Maria da Feira, e deve ter nascido na primeira metade do século XVII. Casou com Domingas João. Faleceu no lugar de Paços, na freguesia de São Martinho de Fajões, a 2 de Junho de 1745, com cerca de 82 anos, viúvo de Domingas João, a qual tinha falecido no mesmo lugar e freguesia, em 6 de Março de 1741. Deste casamento, tiveram os seguintes filhos:

2. Manuel Pereira de Pina
2. Domingos Pereira de Pina, nasceu a 5 de Março de 1685;
2. Baltasar Pereira de Pina
2. Francisco Pereira de Pina, nasceu a 12 de Março de 1691. Casou com Domingas Luís, filha de Domingos André e Domingas Luís, em 16 de Fevereiro de 1706. Ficou viúvo a 19 de Novembro de 1706, tendo vindo a falecer a 14 de Setembro de 1707, sem deixar descendência.
2. João Pereira de Pina, nasceu a 8 de Junho de 1693;
2. Salvador Pereira de Pina, nasceu a 6 de Setembro de 1695;
2. Alexandre Pereira de Pina, nasceu a 6 de Abril de 1698;
2. Alexandre Pereira de Pina, nasceu a 19 de Agosto de 1704;
2. Maria Teresa de Pina, nasceu a 26 de Janeiro de 1707. Casou com António Martins Ferreira, a 8 de Fevereiro de 1735. Faleceu a 18 de Junho de 1768, tendo sido depositado o seu corpo na Capela de Nossa Senhora das Dores, Lugar dos Paços, freguesia de São Martinho de Fajões. Seu marido faleceu a 3 de Dezembro de 1785, e o seu corpo também foi sepultado na Capela de Nossa Senhora das Dores.
2. Isabel Pereira de Pina, nasceu a 14 de Outubro de 1710. Foi casada com José António, e tiveram descendência.

2. Manuel Pereira de Pina, nasceu no lugar de Paços, freguesia de São Martinho de Fajões, concelho de Oliveira de Azeméis, a 8 de Junho de 1683. Casou com Isabel Luís, natural do lugar de Paços, freguesia de São Martinho de Fajões, concelho de Oliveira de Azeméis, filha, deduzo, de Domingos André e de sua mulher Domingas Luís, ambos do lugar de Paços, de que ficou viúvo a 7 de Junho de 1703. Que saiba, não teve descedência.
Casou, pela segunda vez, com Maria João, filha de Pedro Francisco e de Maria João, naturais do lugar do Covelo, São Martinho de Fajões, a 11 de Outubro de 1703. Deste casamento teve

3. Maria, nasceu a 11 de Dezembro de 1705,
3. Isabel, nasceu a 6 de Outubro de 1711.

2. Baltasar Pereira de Pina, nasceu a 22 de Abril de 1689, no lugar de Paços, freguesia de São Martinho de Fajões. Casou a 16 de Fevereiro de 1706, com Maria Luís, filha do já referido casal, Domingos André e Domingas João. Neste mesmo dia também ocorreu o casamento do irmão de Baltasar, o Francisco Pereira de Pina, conforme mencionado acima, com Domingas Luís, irmã de Maria Luís. Ficou viúvo a 2 de Junho de 1708. Deste casamento não teve descendência.
Devem ter sido tempos difíceis para Baltasar Pereira de Pina. Ocorreram muitas mortes na família da mulher, senão vejamos:

Isabel Luís, sua cunhada, faleceu a 7 de Junho de 1703
Domingos André, sogro. faleceu a 17 de Abril de 1706
Domingas Luís, sua cunhada, faleceu a 19 de Novembro de 1706
Maria Luís, esposa, faleceu a 2 de Junho de 1708

Baltasar Pereira de Pina segue a vida espiritual. E é assim, como testemunha, mas também como padre, que o encontramos num batizado, a 25 de Março de 1716. Tinha ele a idade de 27 anos. E desse dia em diante surge-nos como uma das principais figuras do clero da freguesia de Fajões.
Em 9 de Fevereiro de 1721, de uma relação amorosa com Isabel Pereira, natural de Azagães, freguesia de Carregosa, nasceu:

3. Manuel Caetano Pereira

No assento do batismo não é mencionado o nome do pai, o Reverendo Padre Baltasar Pereira de Pina.
Em 1737, mandou construir a Capela da Senhora das Dores, nos terrenos de família.
É no assento do casamento de Manuel Caetano Pereira, a 30 de Janeiro de 1740, e, mais tarde, em 30 de Setembro de 1771, no assento do casamento do seu neto, Manuel Caetano Pereira, acto que teve lugar na Capela da Senhora do Ó, “que serve de Igreja”. No assento de outro seu neto, José Caetano Pereira, acto que ocorreu também na Capela da Senhora do Ó, a 1 de Agosto de 1776, também é mencionado, como avós paternos, Baltasar Pereira de Pina e Isabel Pereira (solteira).
A 4 de Outubro de 1771, aos oitenta e dois anos de vida, o Reverendo Padre Baltasar Pereira de Pina, tendo celebrado no dia antecedente, perde repentinamente os sentidos. Foi sepultado “na sua Capela da Senhora das Dores”. Não fez testamento. E “seus herdeiros são obrigados a fazer-lhe os bens da alma conforme o uso e costume”. E assim fizeram.
Nestes tempos, os filhos naturais podiam tomar parte na herança dos pais. Para o descendente do Reverendo Padre Baltasar Pereira de Pina nada sabemos sobre se ocorreu alguma doacção em vida visto que após a sua morte e, por ausência de testamento, não terá sido contemplado na repartição dos bens.
Recentemente foi dado o nome do “Padre Baltazar Pereira de Pina” à rua que passa em frente à Capela da Senhora das Dores,.
3. Manuel Caetano Pereira, casou com Domingas da Silva, a 30 de Janeiro de 1740, filha de João da Silva e de sua mulher Domingas João, neta paterna de António Ferreira e de Isabel da Silva, neta materna de Domingos Jorge e de sua mulher Maria João, bisneta paterna de Amador Gomes, natural de Milheirós de Poiares e de Domingas Ferreira, natural de Cesar, e de André, escravo de Manuel de Pinto, de Azagães, Carregosa, e de Isabel, solteira, natural de Cesar, e bisneta materna de Domingos Jorge e de Domingas Antónia, de São João da Madeira, e de Tomé João e de sua mulher Joana Dias, ambos naturais de Nogueira do Cravo.
No registo de casamento, surge como pai, o Reverendo Padre Baltasar Pereira de Pina, do lugar de Paços, da freguesia de São Martinho de Fajões. O nome da mãe não é mencionado. Teve

4. Maria João, nasceu a 22 de Junho de 1743.
4. Manuel Caetano Pereira, que segue.
4. Domingos Caetano Pereira, nasceu a 7 de Abril de 1747.
4. João da Silva, nasceu a 7 de Janeiro de 1750. Casou a 3 de Setembro de 1773, com Inácia Maria da Silva, natural de Azagães, Carregosa, filha de Manuel Ferreira e Antónia Maria, naturais de Azagães, Carregosa.
4. José Caetano Pereira da Silva, que segue.

4. Manuel Caetano Pereira. nasceu a 7 de Abril de 1747, no lugar de Travasso, freguesia de Cesar. Casou com Rosa Francisca de Jesus, a 30 de Setembro de 1771, filha de António Francisco e Maria Moreira, natural do lugar do Outeiro de Cima de Manhouce, freguesia de Arrifana. Teve

5. Fernando Pereira
5. Custódia Francisca
5. António Caetano Pereira
5. João Caetano Pereira
5. Josefa Francisca

4. José Caetano Pereira da Silva, nasceu a 25 de Setembro de 1756, no lugar de Travasso, freguesia de Cesar. Casou com Rosa Luiza de Pinho, a 1 de Agosto de 1776, filha de Francisco Jorge de Pinho e de Maria Luiza, natural do lugar das Laceiras, freguesia de Arrifana. Teve

5. António Silva
5. Rosa Maria de Jesus, Casou com Teotónio Gomes de Pinho
5. Maria Silva
5. Joana Silva
5. Inácia Silva

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Fica aqui um pormenor sobre  a “Rua a meias”!….

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O convite à natureza

Que pena me faz a mim, filho do campo, criado ao murmúrio das águas de rega e à sombra dos arvoredos, que esta gente de Lisboa passe as horas e dias de repouso acotovelando-se tristemente pelas ruas estreitas, e não tenha um grande parque, sem luxo, de relvados frescos e árvores copadas, onde brinque, ria, jogue, toma o ar puro e verdadeiramente se divirta em íntimo convívio com a natureza!

In Prefácio, de Salazar, para a obra “A Floresta Portuguesa”, de M. Gomes Guerreiro

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Próspero Ano Novo!

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Ilusões e Ficções de modernidade

Sugere-se a leitura do excelente trabalho de “Dissertação de Mestrado do Programa de pós-graduações Arquitectura, Território e Memória do Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra” do arquitecto Ivo Oliveira, com o título:

Ilusões e Ficções de modernidade

Na fábrica OLIVA de São João da Madeira

Deixo aqui, a título de motivação para a consulta deste trabalho, uma parte da “justificação” apresentada pelo autor:

As circunstâncias ou motivações que nos levam ao encontro de uma problemática a investigar são diversas. As deste trabalho remontam aos anos da minha infância em que viajei regularmente entre Lisboa e Porto pela Estrada Nacional Nº1.

Perdido na imensidão dos quilómetros fui ao longo dos anos utilizando edifícios “excepcionais” que surgiam no percurso, como elementos de referência. Através deles sabia se a pausa, o lanche ou a chegada se aproximavam. Recordo-me ainda, ao sair de Lisboa, do grande volume da fábrica da cerveja com as grandes janelas que permitiam ver as cubas de latão manipuladas por homens  vestidos de branco, recordo-me de em Vila Franca, passar por baixo daquela máquina que vinha das montanhas e da cor cinzenta daquela paisagem. Em Coimbra, os Silos da fábrica Triunfo sobrepunham-se a qualquer outra história eventualmente mais relevante, em São João da Madeira a Oliva com aquela fachada curva e a torre imponente, diziam-me que a viagem se aproximava do fim; Já a chegar ao Porto, ao ver U.T.I.C., descansava. Estes edifícios ficaram-me na memória, eram elementos de excepção, numa paisagem que se construía e se destruía quotidianamente.

O trabalho poderá ser consultado no seguinte endereço eletrónico: https://estudogeral.sib.uc.pt/handle/10316/5870

O puto que não tem Hi5, Facebook, Twitter, MySpace…

Ler devia ser proibido!…

Salvem os ricos (contemporâneos) www.arrastao.org

Será que os fantasmas da Idade Média pairam nos nossos dias?

O pintor Matthias Grunewald retratou nesta obra, cujo título é “Tentação de Santo António”, o sentimento de que “demónios insaciáveis ameaçavam os fracos e os imprudentes”. A história tem confirmado esse mesmo sentimento.

O Metropolitano, George Tooker

A assustadora vida actual, tão bem retratada nesta obra por George Tooker.

Ditado português! (?)

Dentro de dias já podemos fazer referência ao grande ditado português:

CHUVA EM NOVEMBRO, NATAL EM DEZEMBRO!

O “Ti Zé da Rua”

A “Empresa Nacional de Chapelaria, Lda.” foi conhecida, no seu tempo, como a “Empresa”. Quantos dos habitantes de São João da Madeira e nas terras vizinhas se referem, nas suas conversas de família ou de café, à “Empresa”?

– Sim!… o meu bisavô trabalhou na “Empresa”.

A alusão em estudos interessantíssimos como o exposto no blog Sapcha_São João da Madeira é um exemplo de que a “Empresa” era uma referência “monumental” e “cultural” que surgia num meio até então agricolo.

Na Wikipédia, onde dos oito trabalhadores nada sabemos (?), encontramos uma foto cuja descrição passamos a expor:

Operários chapeleiros em volta de uma “Fula”, caldeira onde emanavam vapores ácidos e corantes utilizados para preparar e tingir os feltros finos. Em consequência de manusearem os feltros sem qualquer protecção, as unhas dos operários deterioravam-se tomando a tonalidade negra, pelo que eram conhecidos como “Unhas Negras”. Este trabalho árduo está imortalizado na obra “Unhas Negras” de João da Silva Correia.

Quem são estes “operários chapeleiros”? Haverá interesse em identificar os mesmos? Quem poderia ter esta informação? Será que nos arquivos da “Segurança Social” haverá registos dos “operários chapeleiros” que fizeram parte do quadro de pessoal da “Empresa”? E nos registos dos Sindicatos?

Não sabemos.

Em todo o caso as gentes da terra de São João da Madeira e das terras vizinhas, as mais antigas e já encamadas, quem sabe, possam dar uma ajuda a este desafio.

Fica aqui como exemplo desses “operários chapeleiros” o nome de “José Gomes de Bastos”, também conhecido por “Ti Zé da Rua”, encarregado na “Empresa”. Juntamos foto de “José Gomes de Bastos” que resultou duma dessas conversas de café e que nos autorizaram a colocar neste post.

Endereços que devem ser consultados:

http://www.cm-sjm.pt/410

http://museudachapelaria.blogspot.com/

Feira Medieval em Caminha

E o médico transformou-se em mago

 

Título:  A Convivencialidade

Autor: Ivan Illich

 “… a medicina refinou a definição dos males e a eficácia dos tratamentos.”

 “… a população aprendeu a sentir-se doente e a ser atendido de acordo com as categorias em moda nos círculos médicos.”

 “A redução, muitas vezes espectaculares, da morbidade e da mortalidade deve-se sobretudo às transformações do habitat e do regime alimentar e à adopção de certas regras de higiene muito simples.”

 “… a industrialização, mais do que o homem, é que beneficiou com os progressos da medicina; as pessoas capacitaram-se mais para trabalhar com maior regularidade sob condições mais desumanizantes.”

 E o médico transformou-se em mago!

Dia do trabalhador

Programma da Maria da Roda

Fica aqui o “Programma da Maria da Roda”, ilustrado, como era apanágio de “O Petardo”. programa esse tão conciso e tão perene que não cansa e tem a virtualidade de esclarecer mesmo os que “vivem à moderna”.

Para uma melhor leitura da imagem e do texto nele contido sugere-se que ampliem a imagem, bastando para isso clicar na mesma.

Como deixar de fumar

Título requisitado em todos os media mesmo nos blogs! E para não fugir à regra este blog não podia deixar de fazer menção a este grave problema.
 
Existe muitos pareceres sobre este assunto, mas a verdade é que se deixa de fumar por motivos não racionais. Vejamos como exemplo as seguintes, entre outras causas:
  • Porque se teve um grave problema de saúde;
  • Porque as condições financeiras já não o permitem.
Sobre este tema recomendo a leitura de COMO DEIXAR DE FUMAR.
 
 

Dia da Mulher

Precisa-se de matéria prima para construir um País

Eduardo Prado Coelho teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, que bem merece uma leitura atenta.

 

 Precisa-se de matéria prima para construir um País
Eduardo Prado Coelho – in Público

A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia,

bem como Cavaco, Durão e Guterres.

Agora dizemos que Sócrates não serve.

E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.

Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão

que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.

O problema está em nós. Nós como povo.

Nós como matéria prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda

sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.

Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude

mais apreciada do que formar uma família

baseada em valores e respeito aos demais.

Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais

poderão ser vendidos como em outros países, isto é,

pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal

E SE TIRA UM SÓ JORNAL,
DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.

Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares

dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa,
como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil

para os trabalhos de escola dos filhos… e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque
conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo,

onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país:

-Onde a falta de pontualidade é um hábito;

-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.

-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois,

reclamam do governo por não limpar os esgotos.

-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.

-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que

é ‘muito chato ter que ler’) e não há consciência nem memória
política, histórica nem económica.

-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis

que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média

e beneficiar alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas
podem ser ‘compradas’, sem se fazer qualquer exame.

-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços,

ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada

finge que dorme para não lhe dar o lugar.

-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro

e não para o peão.

-Um país onde fazemos muitas coisas erradas,

mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.

Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates,

melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem

corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.

Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português,

apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim,

o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.

Como ‘matéria prima’ de um país, temos muitas coisas boas,

mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.

Esses defeitos, essa ‘CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA’ congénita,

essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui

até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana,

mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates,

é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós,
 ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte…

Fico triste.

Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje,

o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima
 defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.

E não poderá fazer nada…

Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor,

mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a

erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.

Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco,

nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa ?

Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei

com a força e por meio do terror ?

Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa ‘outra coisa’ não comece

a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados,

ou como queiram, seguiremos igualmente condenados,

igualmente estancados… igualmente abusados !

É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa

a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento
como Nação, então tudo muda…

Não esperemos acender uma vela a todos os santos,

a ver se nos mandam um messias.

Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses

nada poderá fazer.

Está muito claro… Somos nós que temos que mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:

Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e,
francamente, somos tolerantes com o fracasso.

É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável,

não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir)
que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco,

de desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI
 QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
 E você, o que pensa ?… MEDITE !

EDUARDO PRADO COELHO

Pordata, a Base de Dados sobre Portugal Contemporâneo

Com trabalhos como o PORDATA tenho a certeza que as pessoas poderão comunicar!… e deixarem de serem simples falantes do “nada” e acabarem por concordar, ou não, com os possíveis oradores só pela sua aparência. Parabéns!

Declaração dos Direitos Humanos (The Universal Declaration of Human Rights)

Em 2010 e sempre apelemos ao cumprimento dos princípios constantes na Declaração dos Direitos Humanos… e não só!

2009 in photos (part 3 of 3) – The Big Picture – Boston.com

2009 in photos (part 3 of 3) – The Big Picture – Boston.com

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2009 in photos (part 2 of 3) – The Big Picture – Boston.com

2009 in photos (part 2 of 3) – The Big Picture – Boston.com

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The decade in news photographs – The Big Picture – Boston.com

The decade in news photographs – The Big Picture – Boston.com

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31 – Sociologia

Centro de Estudos Sociológicos (CIS)
http://www.cis.es

Dicionário Crítico das Ciências Sociais
http://www.ucm.es/info/eurotheo/terminog.htm

Dicionário da Diversidade
http://www.inform.umd.edu/EdRes/Topic/Diversity/Reference/divdic.html

Dicionário de Sociologia
http://www.webref.org/sociology/sociology.htm

Dicionário do Sexo na Bíblia
http://www.hobrad.com/and.htm

Enciclopédia do Misticismo
http://www.pantheon.org/mythica.html

Glossário da Sociedade da Informação
http://www.juntaex.es/consejerias/ect/dgsi/proyectosi/docs/Glosario.htm

Glossário das Civilizações da Terra
http://www.wsu.edu:8080/%7edee/GLOSSARY/GLOSSARY.HTM

Glossário de Sociologia de Elwell
campus.murraystate.edu/academic/faculty/frank.elwell/prob3/glossary/socgloss.htm

Glossário de Termos da Sociologia
http://www.library.canterbury.ac.nz/soci/

Glossário DIG
http://www.digonsite.com/glossary/ag.html

Petit lexique des Superstitions
http://www.alyon.asso.fr/litterature/superstitions

Símbolos
http://www.symbols.com