Category Archives: 31 – Sociologia

Vouzela Vila Natal

 

 

Visitem Vouzela – Vila Natal!… Lá encontram desde Presépios (17!),  Molduras Vivas, Animações de Rua, Passeios de Charrete,… e Interessantes decorações. Vejam o programa clicando sobre esta figura:

vouzela vila natal

 

Fica aqui um pormenor sobre  a “Rua a meias”!….

DSCI2690 DSCI2691a

 

Anúncios

O convite à natureza

Que pena me faz a mim, filho do campo, criado ao murmúrio das águas de rega e à sombra dos arvoredos, que esta gente de Lisboa passe as horas e dias de repouso acotovelando-se tristemente pelas ruas estreitas, e não tenha um grande parque, sem luxo, de relvados frescos e árvores copadas, onde brinque, ria, jogue, toma o ar puro e verdadeiramente se divirta em íntimo convívio com a natureza!

In Prefácio, de Salazar, para a obra “A Floresta Portuguesa”, de M. Gomes Guerreiro

Imagem

Próspero Ano Novo!

Ano-Novo-web

Ilusões e Ficções de modernidade

Sugere-se a leitura do excelente trabalho de “Dissertação de Mestrado do Programa de pós-graduações Arquitectura, Território e Memória do Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra” do arquitecto Ivo Oliveira, com o título:

Ilusões e Ficções de modernidade

Na fábrica OLIVA de São João da Madeira

Deixo aqui, a título de motivação para a consulta deste trabalho, uma parte da “justificação” apresentada pelo autor:

As circunstâncias ou motivações que nos levam ao encontro de uma problemática a investigar são diversas. As deste trabalho remontam aos anos da minha infância em que viajei regularmente entre Lisboa e Porto pela Estrada Nacional Nº1.

Perdido na imensidão dos quilómetros fui ao longo dos anos utilizando edifícios “excepcionais” que surgiam no percurso, como elementos de referência. Através deles sabia se a pausa, o lanche ou a chegada se aproximavam. Recordo-me ainda, ao sair de Lisboa, do grande volume da fábrica da cerveja com as grandes janelas que permitiam ver as cubas de latão manipuladas por homens  vestidos de branco, recordo-me de em Vila Franca, passar por baixo daquela máquina que vinha das montanhas e da cor cinzenta daquela paisagem. Em Coimbra, os Silos da fábrica Triunfo sobrepunham-se a qualquer outra história eventualmente mais relevante, em São João da Madeira a Oliva com aquela fachada curva e a torre imponente, diziam-me que a viagem se aproximava do fim; Já a chegar ao Porto, ao ver U.T.I.C., descansava. Estes edifícios ficaram-me na memória, eram elementos de excepção, numa paisagem que se construía e se destruía quotidianamente.

O trabalho poderá ser consultado no seguinte endereço eletrónico: https://estudogeral.sib.uc.pt/handle/10316/5870

O puto que não tem Hi5, Facebook, Twitter, MySpace…

Ler devia ser proibido!…

Salvem os ricos (contemporâneos) www.arrastao.org

Será que os fantasmas da Idade Média pairam nos nossos dias?

O pintor Matthias Grunewald retratou nesta obra, cujo título é “Tentação de Santo António”, o sentimento de que “demónios insaciáveis ameaçavam os fracos e os imprudentes”. A história tem confirmado esse mesmo sentimento.

O Metropolitano, George Tooker

A assustadora vida actual, tão bem retratada nesta obra por George Tooker.

Ditado português! (?)

Dentro de dias já podemos fazer referência ao grande ditado português:

CHUVA EM NOVEMBRO, NATAL EM DEZEMBRO!

O “Ti Zé da Rua”

A “Empresa Nacional de Chapelaria, Lda.” foi conhecida, no seu tempo, como a “Empresa”. Quantos dos habitantes de São João da Madeira e nas terras vizinhas se referem, nas suas conversas de família ou de café, à “Empresa”?

– Sim!… o meu bisavô trabalhou na “Empresa”.

A alusão em estudos interessantíssimos como o exposto no blog Sapcha_São João da Madeira é um exemplo de que a “Empresa” era uma referência “monumental” e “cultural” que surgia num meio até então agricolo.

Na Wikipédia, onde dos oito trabalhadores nada sabemos (?), encontramos uma foto cuja descrição passamos a expor:

Operários chapeleiros em volta de uma “Fula”, caldeira onde emanavam vapores ácidos e corantes utilizados para preparar e tingir os feltros finos. Em consequência de manusearem os feltros sem qualquer protecção, as unhas dos operários deterioravam-se tomando a tonalidade negra, pelo que eram conhecidos como “Unhas Negras”. Este trabalho árduo está imortalizado na obra “Unhas Negras” de João da Silva Correia.

Quem são estes “operários chapeleiros”? Haverá interesse em identificar os mesmos? Quem poderia ter esta informação? Será que nos arquivos da “Segurança Social” haverá registos dos “operários chapeleiros” que fizeram parte do quadro de pessoal da “Empresa”? E nos registos dos Sindicatos?

Não sabemos.

Em todo o caso as gentes da terra de São João da Madeira e das terras vizinhas, as mais antigas e já encamadas, quem sabe, possam dar uma ajuda a este desafio.

Fica aqui como exemplo desses “operários chapeleiros” o nome de “José Gomes de Bastos”, também conhecido por “Ti Zé da Rua”, encarregado na “Empresa”. Juntamos foto de “José Gomes de Bastos” que resultou duma dessas conversas de café e que nos autorizaram a colocar neste post.

Endereços que devem ser consultados:

http://www.cm-sjm.pt/410

http://museudachapelaria.blogspot.com/

Feira Medieval em Caminha

E o médico transformou-se em mago

 

Título:  A Convivencialidade

Autor: Ivan Illich

 “… a medicina refinou a definição dos males e a eficácia dos tratamentos.”

 “… a população aprendeu a sentir-se doente e a ser atendido de acordo com as categorias em moda nos círculos médicos.”

 “A redução, muitas vezes espectaculares, da morbidade e da mortalidade deve-se sobretudo às transformações do habitat e do regime alimentar e à adopção de certas regras de higiene muito simples.”

 “… a industrialização, mais do que o homem, é que beneficiou com os progressos da medicina; as pessoas capacitaram-se mais para trabalhar com maior regularidade sob condições mais desumanizantes.”

 E o médico transformou-se em mago!

Dia do trabalhador

Programma da Maria da Roda

Fica aqui o “Programma da Maria da Roda”, ilustrado, como era apanágio de “O Petardo”. programa esse tão conciso e tão perene que não cansa e tem a virtualidade de esclarecer mesmo os que “vivem à moderna”.

Para uma melhor leitura da imagem e do texto nele contido sugere-se que ampliem a imagem, bastando para isso clicar na mesma.

Como deixar de fumar

Título requisitado em todos os media mesmo nos blogs! E para não fugir à regra este blog não podia deixar de fazer menção a este grave problema.
 
Existe muitos pareceres sobre este assunto, mas a verdade é que se deixa de fumar por motivos não racionais. Vejamos como exemplo as seguintes, entre outras causas:
  • Porque se teve um grave problema de saúde;
  • Porque as condições financeiras já não o permitem.
Sobre este tema recomendo a leitura de COMO DEIXAR DE FUMAR.
 
 

Dia da Mulher

Precisa-se de matéria prima para construir um País

Eduardo Prado Coelho teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, que bem merece uma leitura atenta.

 

 Precisa-se de matéria prima para construir um País
Eduardo Prado Coelho – in Público

A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia,

bem como Cavaco, Durão e Guterres.

Agora dizemos que Sócrates não serve.

E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.

Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão

que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.

O problema está em nós. Nós como povo.

Nós como matéria prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda

sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.

Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude

mais apreciada do que formar uma família

baseada em valores e respeito aos demais.

Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais

poderão ser vendidos como em outros países, isto é,

pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal

E SE TIRA UM SÓ JORNAL,
DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.

Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares

dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa,
como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil

para os trabalhos de escola dos filhos… e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque
conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo,

onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país:

-Onde a falta de pontualidade é um hábito;

-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.

-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois,

reclamam do governo por não limpar os esgotos.

-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.

-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que

é ‘muito chato ter que ler’) e não há consciência nem memória
política, histórica nem económica.

-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis

que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média

e beneficiar alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas
podem ser ‘compradas’, sem se fazer qualquer exame.

-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços,

ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada

finge que dorme para não lhe dar o lugar.

-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro

e não para o peão.

-Um país onde fazemos muitas coisas erradas,

mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.

Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates,

melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem

corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.

Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português,

apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim,

o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.

Como ‘matéria prima’ de um país, temos muitas coisas boas,

mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.

Esses defeitos, essa ‘CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA’ congénita,

essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui

até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana,

mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates,

é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós,
 ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte…

Fico triste.

Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje,

o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima
 defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.

E não poderá fazer nada…

Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor,

mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a

erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.

Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco,

nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa ?

Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei

com a força e por meio do terror ?

Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa ‘outra coisa’ não comece

a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados,

ou como queiram, seguiremos igualmente condenados,

igualmente estancados… igualmente abusados !

É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa

a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento
como Nação, então tudo muda…

Não esperemos acender uma vela a todos os santos,

a ver se nos mandam um messias.

Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses

nada poderá fazer.

Está muito claro… Somos nós que temos que mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:

Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e,
francamente, somos tolerantes com o fracasso.

É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável,

não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir)
que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco,

de desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI
 QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
 E você, o que pensa ?… MEDITE !

EDUARDO PRADO COELHO

Pordata, a Base de Dados sobre Portugal Contemporâneo

Com trabalhos como o PORDATA tenho a certeza que as pessoas poderão comunicar!… e deixarem de serem simples falantes do “nada” e acabarem por concordar, ou não, com os possíveis oradores só pela sua aparência. Parabéns!

Declaração dos Direitos Humanos (The Universal Declaration of Human Rights)

Em 2010 e sempre apelemos ao cumprimento dos princípios constantes na Declaração dos Direitos Humanos… e não só!

2009 in photos (part 3 of 3) – The Big Picture – Boston.com

2009 in photos (part 3 of 3) – The Big Picture – Boston.com

Posted using ShareThis

2009 in photos (part 2 of 3) – The Big Picture – Boston.com

2009 in photos (part 2 of 3) – The Big Picture – Boston.com

Posted using ShareThis

The decade in news photographs – The Big Picture – Boston.com

The decade in news photographs – The Big Picture – Boston.com

Posted using ShareThis

31 – Sociologia

Centro de Estudos Sociológicos (CIS)
http://www.cis.es

Dicionário Crítico das Ciências Sociais
http://www.ucm.es/info/eurotheo/terminog.htm

Dicionário da Diversidade
http://www.inform.umd.edu/EdRes/Topic/Diversity/Reference/divdic.html

Dicionário de Sociologia
http://www.webref.org/sociology/sociology.htm

Dicionário do Sexo na Bíblia
http://www.hobrad.com/and.htm

Enciclopédia do Misticismo
http://www.pantheon.org/mythica.html

Glossário da Sociedade da Informação
http://www.juntaex.es/consejerias/ect/dgsi/proyectosi/docs/Glosario.htm

Glossário das Civilizações da Terra
http://www.wsu.edu:8080/%7edee/GLOSSARY/GLOSSARY.HTM

Glossário de Sociologia de Elwell
campus.murraystate.edu/academic/faculty/frank.elwell/prob3/glossary/socgloss.htm

Glossário de Termos da Sociologia
http://www.library.canterbury.ac.nz/soci/

Glossário DIG
http://www.digonsite.com/glossary/ag.html

Petit lexique des Superstitions
http://www.alyon.asso.fr/litterature/superstitions

Símbolos
http://www.symbols.com